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terça-feira, 4 de março de 2014

FELIZ COM MARIA


A mãe de Jesus é proclamada mãe de Deus. A base da fé cristã se dá em Jesus, por Ele não ser apenas um homem e sim também Deus. O filho que Maria gerou é pessoa divina. Ela acompanhou seu filho até a ressurreição. Por Ele ter ido ao céu, Maria também o acompanhou em seguida, sendo levada à eternidade na glória do Filho. Celebramos essa realidade da subida de Maria, viva em corpo e alma, para junto de Deus. Nós a proclamamos feliz, porque, de fato, ela cumpriu a missão que lhe foi confiada, apesar de seu sofrimento, vendo a injustiça humana perseguidora de Jesus. Mas, assim como Ele triunfou sobre tudo, sua felicidade foi imensa com essa vitória.

Maria, simples criatura de Deus, foi escolhida como modelo de isenção de pecado e de abertura total à ação do Criador. Ela bem lembra à prima Isabel a grandiosidade de Deus, que olhou para ela, simples serva obediente e humilde. Seu reconhecimento da bondade do Senhor é estímulo para também desenvolvermos nossa docilidade e adesão ao projeto de Deus a nosso respeito. Se todos ouvissem a Deus como Maria, teríamos pessoas mais felizes e convivência humana mais saudável. Jesus reconhece todas as pessoas que realizam o projeto de Deus como sua mãe. “Felizes são aqueles que ouvem a palavra de Deus e a põem em prática” (Lc 11, 28).

Já na preparação à vinda do Salvador, o povo hebreu, a caminho da terra prometida, levava a arca da aliança pelo deserto afora. Era o sinal da presença de Deus, o amparo e protetor do povo contra todas as adversidades da caminhada. O povo confiava no seu Senhor para atingir o objetivo de sua luta para fugir da escravidão e conquistar a liberdade. Com Jesus, a libertação se reveste da amplitude existencial. O objetivo da caminhada de seguimento a Ele vai até a eternidade. Mesmo nas adversidades o sacrifício é meritório e redundante em prêmio, tem em vista a cidade permanente. O ser humano quer revestir-se de imortalidade.

A felicidade transitória nada é em comparação com a imorredoura. A meta da realização humana plena só é atingida totalmente com a visão face a face do esplendor de Deus. O filho de Maria veio nos garantir tal finalidade. Maria foi a primeira a assumir essa causa trazida por Jesus. Torna-se verdadeira discípula e assume a missão de apresentar o filho para termos a vida unida à dele. A felicidade de Maria também pode acontecer em todos os que se tornam verdadeiros discípulos do Divino Mestre. Com Ele alcançamos a vitória sobre a morte, conforme diz Paulo. “Graças sejam dadas a Deus, que nos dá a vitória pelo Senhor Nosso, Jesus Cristo” (1 Cor 15, 57).

Para entendermos a missão de Maria e sua glorificação é preciso colocarmos fé no projeto de Deus. Ele visa o bem humano, com a valorização de sua caminhada terrestre, através da implantação da justiça e da convivência fraterna de todos, mas tendo o objetivo da conquista do Reino eterno. Não fosse isso, não perceberíamos a ação de Deus em Maria, fazendo dela um exemplo de fidelidade a Deus. Ela fez da sua felicidade a realização do projeto de Deus. Nós também somente conquistamos a felicidade autêntica imitando-a na realização desse projeto.

Dom José Alberto Moura

Fonte de Pesquisa: http://www.catequisar.com.br/texto/maria/reflexao/34.htm

A ALEGRIA DO CARNAVAL


É bom fazermos uma reflexão sobre a alegria, este dom maravilhoso de Deus que restaura nossas forças e nos lembra a dignidade de nossa criação e de nossa redenção.

A tristeza leva-nos às profundezas da terra, a um lugar inóspito, como lamentava Jô, onde não há ordem e habita o eterno horror. (Cf Jó 10,22)

O coração do homem, do cristão, deve sempre transbordar de alegria pelo reatamento da união entre a humanidade e o Deus que nos criou à sua imagem e semelhança, pela salvação que nos foi dada em Cristo Jesus.

A alegria e a festa devem ser pessoal e coletiva. Pessoal, enquanto sabemos que Deus nos ama e sempre nos acolhe, mesmo quando deixamos de lhe ser fiéis. Mas também coletiva, enquanto povo santo pela redenção realizada por Cristo.

Já os profetas proclamavam para abrir nosso coração ao júbilo. E mesmo para o povo que jazia na escravidão e deportado para longe de sua terra, apontavam a alegria do retorno, porque o Senhor vira a sua aflição e o alimentava na esperança. Isaías clamava: "Rejubila, Jerusalém, e vós todos que a amais. Uni-vos para partilhar do seu júbilo (Cf Is 66,10).

O cristão que vive na esperança não pode ser triste. Já assim falava São Francisco de Sales: "Um santo triste é um triste santo" condenando aqueles que não se rejubilavam com a graça.

São Paulo, igualmente, concitava os evangelizados à alegria: "Alegrai-vos sempre no Senhor, de novo vos digo alegrai-vos."(Cf Fl 4,4)

Os dias de Carnaval deveriam nos conduzir à alegria do corpo e do espírito, pois se fomos criados do limo da terra, temos também em nós insuflado o Espírito de Deus e recebemos este mesmo Espírito pelo qual podemos chamar a Deus de Pai.

Quando o povo hebreu foi reconduzido do cativeiro de Babilônia, o sacerdote Esdras depois de lhe ter exposto a lei, convida-o à festa: "Hoje é dia consagrado a Javé vosso Deus… Não vos entristeçais nem choreis… Ide e comei carnes gordas, tomai bebidas doces e mandai porções a quem não a preparou, porque hoje é um dia consagrado a nosso Senhor".(Cf. Ne8,10).

Esse é o espírito que nos deveria animar nos dias de Carnaval: a alegria que se traduz nas festas e danças a que todos são convidados, ricos e pobres, porque nossa salvação está próxima, como confirma São Paulo na complementação do texto acima.

Estes dias não nos deveriam afastar de Deus, com excessos, que deturpam nossa própria natureza e levam-nos àqueles extremos a que o mesmo Apóstolo Paulo se refere na sua Carta aos Romanos e que atraem a ira de Deus. (Cf Rm 1,1ss)

Infelizmente o Carnaval se tornou uma festa pagã, onde o que vale é o luxo e a luxúria, no incitamento ao pecado e no completo esquecimento da miséria que se abate sobre grande parte do povo, até mesmo daqueles que, à falta de opções, só lhes oferecem o "circo".

Os dias de Carnaval deveriam e poderiam ser dias de alegria, de dança e festas, mas também de partilha com os que nada têm, e com aqueles que tem o coração vazio. Repartir o pão sabendo conter os gastos excessivos e repartir a esperança para todos aqueles que, perdida a fé, se entregam aos excessos da bebidas e das drogas e à dissolução moral.

Voltamos a dizer com o Apóstolo: "Alegrai-vos. Mais uma vez vos digo, alegrai-vos." E que a vossa alegria seja completa extravasando de vossos corações, celebrando nossa completa libertação.


Por: DOM EURICO DOS SANTOS VELOSO 
ARCEBISPO EMÉRITO DE JUIZ DE FORA, MG.

Fonte de Pesquisa:http://www.catequisar.com.br/texto/colunas/eurico/p82.htm
 

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